sábado, 27 de agosto de 2011

Estrela vira Planeta de diamantes


A descoberta, publicada hoje na Science,  foi liderada pelo professor Matthew Bailes, da Universidade Tecnológica Swinburne em Melbourne, na Austrália. Ele e uma equipe internacional de cientistas utilizaram  os radio-telescópios  do Instituto Max-Planck, da Alemanha, para realizar uma busca em todo o céu.
Entre os mais de 200 mil gigabytes de dados obtidos, os pesquisadores conseguiram detectar a frequência de um pequeno pulsar, batizado de J1719-1438. Os pulsares são pequenas estrelas que giram muito rápido e emitem frequências de rádio.
No caso, o achado possuía 1,4 vezes a massa do Sol em apenas 20 km de diâmetro, e girava mais de dez mil vezes por minuto.  Ao medir a frequência de chegada dos pulsos emitidos pelo J1719-1438, os astrônomos notaram que eles eram sistematicamente modulados, indicando que havia uma força gravitacional atuando sobre ele  - ou seja, havia um companheiro ao seu lado.
Cerca de 70% dos pulsares pequenos e rápidos como esse possuem uma estrela companheira – formando um sistema binário, no qual um orbita o outro. Os astrônomos acreditam que é a estrela companheira quem transforma um velho pulsar em um pulsar rápido ao transferir matéria a ele e fazê-lo girar. O resultado é que o pequeno corpo ganha velocidade e massa e a companheira fica encolhida – virando uma estrela do tipo “anã-branca”.
Mas pelas frequências de rádio obtidas no caso da J1719-1438, ficou claro que a companheira era mais parecida com um pequeno planeta companheiro do que com uma estrela: ele possui menos de 60 mil km de diâmetro (cinco vezes o da Terra, porém ainda considerado pequeno para os padrões espaciais), porém possui mais massa do que Júpiter.
A modulação nos pulsos deu ainda outras informações importantes sobre este planeta: ele orbita o pulsar em apenas 2h10, e a distância entre os dois é de menos de 600 mil km.
Pela densidade do planeta, a equipe acredita que se trata, na verdade, de uma estrela que perdeu 99,9% da sua massa original – uma parte dela para o pulsar. O material restante é provavelmente carbono e oxigênio, uma vez que elementos como hélio e hidrogênio  não resultariam nas medições observadas.
A densidade também mostra que o planeta é, provavelmente, cristalino – o que 
significa que uma grande parte do corpo  pode ser bastante parecida com um diamante.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Foto mostra cânion marciano de 100 km

Em sua missão de fotografar Marte, ela registrou o cânion gigante conhecido como Valles Marineris, um sistema de 5 mil km de comprimento.

Ophir Chasma é o vale mais norte do conjunto, com 100 km de comprimento.
Para efeito de comparação, a grande cratera de impacto no canto inferior direito possui 30 km de diâmetro.
[fonte:Info]

LHC estréia busca pela ``Partícula de Deus´´

  Dois experimentos diferentes do LHC, o grande colisor de partículas controlado pelo CERN, excluíram com 95% de certeza a existência do Bóson nas regiões de massa de 145 a 466 GeV.


  Os resultados obtidos pelo Alice e CMC foram apresentados durante a conferência Lepton-Photon em Mumbai, Índia. Os dados significam que os físicos diminuíram significativamente as regiões em que podem encontrar a partícula – o que pode ser uma boa ou má notícia

Buraco no Modelo
O bóson de Higgs, também chamado de Partícula de Deus, é a única partícula ainda não observada do Modelo Padrão, a teoria que explica o funcionamento geral do Universo. Ele foi proposto há mais de 40 anos para explicar a origem das massas das partículas. Os cientistas sugeriram que todas as partículas existentes não possuíam massa logo após o Big Bang. Conforme o Universo esfriou, um campo de força invisível, o “campo de Higgs”, se formou com seus respectivos bósons.
O campo permanece no cosmos e qualquer partícula que interaja com ele recebe uma massa. Quanto mais interagem, mais pesadas se tornam, enquanto aquelas partículas que não interagem permanecem sem massa.  Apesar de explicar e se encaixar bem nas teorias vigentes do Universo, esta proposição tem um problema: ninguém nunca conseguiu observar os bósons de Higgs para confirmá-la.
A dificuldade é que não se sabe a massa do bóson de Higgs, o que o torna ainda mais difícil de identificar. Atualmente, os físicos buscam por ele vasculhando sistematicamente uma gama de massas dentro da qual ele deveria existir. As faixas ainda não exploradas podem ser analisadas por meio de grandes aceleradores de partículas, como o LHC, o Colisor de Hádrons do CERN.
Na verdade, achar o bóson de Higgs é o maior objetivo do LHC – e a exclusão de mais uma grande faixa de massa pode ter duas interpretações: a “do copo meio cheio”, ou “meio vazio”.
Para os otimistas, significa que as buscas foram estreitadas, e que há menos locais em que o Bóson  pode se “esconder”. Cedo ou tarde, acabará sendo detectado. Já para os pessimistas, quanto menor a área de buscas, maiores as chances de a partícula, de fato, não existir.
Esta segunda hipótese implicaria em grandes consequências para a física moderna: seria preciso voltar à prancheta e repensar o Modelo Padrão.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A grande novidade

 Caros leitores do meu blog, se vocês acessam este blog é por que gostam de ciência dos astros então quando o número de acessos chegar a 1.000 eu dono do blog darei um visual super novo ao blog incrementando também um site com a plataforma do Rigex só que com noticias do mundo da tecnologia, para vocês leitores essa é mais uma forma que nós do blog pensamos para trazer um conteúdo mais emocionante e ativado para você leitor!!!

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NASA acha caverna subterrânea em Marte


A princípio, o local parecia ser apenas um ponto escuro na região próxima ao vulcão Pavonis Mons; sua verdadeira estrutura só foi descoberta ao ser analisado pela câmera de alta resolução HiRISE.
Cavernas como essa costumam se formar em regiões vulcânicas quando a lava endurece apenas na superfície. O fluxo continua correndo abaixo dessa crosta e, quando seca, deixa os tubos vazios por onde corriam.
Pelos cálculos, a caverna tem cerca de 20 metros de profundidade, mas os astrônomos ainda não sabem como essa abertura se formou. Ainda este ano, a HiRISE deve tirar mais fotos para tentar resolver o mistério.


Uma caverna subterrânea, detectada por uma abertura de 35 metros de diâmetro, foi descoberta sem querer pela câmera CTX, a bordo da nave Mars Reconaissance Orbiter.


[fonte:Info]

sábado, 20 de agosto de 2011

NASA vê como tempestade solar engole a Terra


Essas grandes nuvens de plasma, chamadas CME (coronal mass ejection) possuem até 1,5 trilhões de toneladas de gás e são lançadas pelas mesmas explosões que liberam as labaredas no Sol.
Quando atingem a magnetosfera da Terra, as CMEs podem causar belos fenômenos, como as auroras,  ou disparar tempestades de radiação e até mesmo causar cortes de energia. Por isso, rastrear a trajetória dessas nuvens é uma parte importante da previsão do tempo espacial
O problema é que, embora as nuvens sejam extremamente brilhantes quando deixam o Sol, conforme viajam quase 150 milhões de km em direção à Terra, elas vão se tornando mais opacas. A visibilidade cai tanto que, quando nos alcança, uma CME é quase tão transparente como o vácuo – o que torna muito difícil o trabalho de diferenciá-la de poeira interplanetária ou outras informações.
Ate pouco tempo, só era possível observa as CMEs quando estavam perto do Sol. Depois, calculando sua velocidade, astrônomos conseguiram prever quando chegariam à Terra – porém a margem de erro desses cálculos chegava a 4 horas para mais ou para menos.
O primeiro passo para a Nasa aperfeiçoar esses dados foi obter imagens mais nítidas com as duas naves da missão STEREO, cada uma posicionada de um lado do Sol. Com elas, a agência conseguiu uma visão inédita das nuvens solares em seu caminho até a magnetosfera.
No entanto, foram necessários quase três anos de aperfeiçoamento de processamento de imagem para obter os dados divulgados ontem, já que os dados são de dezembro de 2008. Agora, no entanto, com a técnica aperfeiçoada, os pesquisadores poderão aplica-la a novas imagens de forma muito mais rápida e precisa.   

Nasa galáxias vizinhas (Foto: X-ray NASA/CXC/IfA/D.Sanders et al; Optical NASA/STScI/NRAO/A.Evans et al)Complexo de galáxias expirais vizinhas VV 340 também conhecida como Arp 302, é flagrado em estágio inicial de interação pelo telescópio espacial de raio-X Chandra, junto com os dados óticos obtidos pelo telescópio Hubble. A Galáxia VV 340 Norte (o risco do ``ponto de exclamação´´) e a VV 340 Sul (o ponto) ficam a 450 milhões de Anos-Luz da Terra. Em alguns milhões de anos, as dua devem se fundir, da mesma forma de que vai ocorrer com a Via Láctea e a Andrômeda daqui a bilhões de anos.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

SETI retorna ao funcionamento


A paralisação ocorreu após o corte de fundos federais e estaduais da Universidade da Califórnia- Berkley, parceira da organização. Os fundos da National Science Foundation destinados aos observatórios de rádio da universidade foram cortados a apenas um décimo do que eram. Isso se somou aos cortes de gastos do Estado da Califórnia, que reduziu a verba destinada às pesquisas.
Em nota divulgada em 22 de abril, o instituto informou que a parada não poderia ter ocorrido em pior momento já que o SETI se preparava para examinar os mais de 1200 pequenos planetas recém descobertos pela missão Kepler, da NASA.
A entidade passou a pedir doações e, após uma campanha online que se encerra hoje, o SETI ultrapassou a quantia necessária de US$200 mil para encerrar uma outra busca, já iniciada. No entanto, concluir a avaliação dos planetas do Kepler não será possível a menos que a quantia arrecadada seja muito maior. Na verdade, o montante necessário para as pesquisas nos próximos dois anos é de US$5 milhões.
Além de doações, o SETI também pretende conseguir ajuda do governo – apelando para o fato de que seus instrumentos poderiam ser úteis para uso da força aérea.
Os telescópios Allen  buscam por sinais de rádio produzidos por vida fora do planeta Qualquer sinal menor do que 300 Hz de largura é, até onde se sabe, produzido artificialmente. Além destes, o SETI também busca por sinais que sejam completamente polarizados ou no qual estejam contidas informações ou padrões.

O super planeta escuro


Os exoplanetas são todos os planetas que orbitam uma estrela que não o nosso Sol – justamente o caso do TrES-2b, descoberto em 2006 orbitando a GSC 03549-02811, a 750 anos-luz. 
Agora, analisando mais dados fornecidos pela missão Kepler, da Nasa, a equipe do pesquisador David Kipping, do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics (CfA), descobriu algumas particularidades sobre o corpo celeste.
Este gigante gasoso do tamanho de Júpiter reflete menos de 1% da luz do sol que o ilumina.  Para efeito de comparação, Júpiter reflete mais de um terço da luz – culpa das suas grandes nuvens de amônia.
Mas orbitando sua estrela a menos de 4,8 milhões de km, o TrES -2b possui temperaturas que chegam a 982ºC, o que o torna quente demais para possuir nuvens de amônia. Sua atmosfera é rica em vapores de sódio e potássio e óxido de titânio, todos que absorvem muita luz.
A presença desses gases, no entanto, explica apenas parcialmente a cor do planeta. Cabe aos pesquisadores continuar investigando.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Rigex: Existem vários e vários universos diz estudo

Rigex: Existem vários e vários universos diz estudo

Existem vários e vários universos diz estudo

Cientistas detectaram padrões que indicam que nosso Universo colidiu com outros; embora os primeiros resultados não sejam ainda conclusivos, a técnica desenvolvida para análise é promissora.



A chamada teoria do “Multiverso” propõe que nosso universo está contido em uma bolha e que outros universos alternativos existem também no cosmos, dentro de suas próprias bolhas. Nesses outros ambientes, as constantes fundamentais e até mesmo as leis básicas da natureza poderiam ser diferentes.
Pela primeira vez, essa hipótese, prevista em muitas teorias modernas da física, começa a ser testada em dois trabalhos publicados na Physical Review Letters e Physical Review D. Nele, os físicos da University College de Londres, Imperial College London e Perimeter Institute for Theoretical Physics detalham os resultados inicias de um novo algoritmo, capaz de detectar a existências dessas outras “bolhas”. 
A maneira de detectar a presença de outros universos é buscar por alguns padrões na chamada radiação cósmica de fundo (CMB, da sigla em inglês) que forneceriam evidências de colisões entre outros universos e o nosso. A teoria do Big Bang prevê que o universo primitivo era um local muito quente, cujo gás acabou resfriando  com a expansão. Hoje, ele está repleto de radiação CMB que é, literalmente, o resquício desse calor inicial do Big Bang.
Até agora, ninguém havia encontrado uma maneira eficiente de buscar por sinais das colisões dos universos-bolha nas radiações CMB. O principal problema é que esses padrões, que são em forma de disco, poderiam estar em qualquer lugar do céu. Além disso, os físicos precisam analisar uma quantidade enorme de dados e padrões aleatórios para detectar se os resultados são de colisões ou apenas ruídos.
O primeiro passo para a criação do algoritmo foi simular como seria o céu com ou sem essas colisões cósmicas, em seguida, utilizando os dados da radiação CMB coletados pela sonda WMAP, da Nasa, o programa passou a explicar o que melhor elas representavam. Para evitar interpretações “forçadas”, o algoritmo possui regras muito rígidas para exclusão de evidências – afinal, é muito fácil encaixar padrões aleatórios nos resultados que se espera encontrar.
Os autores ressaltam que esses primeiros resultados não confirmam e nem excluem a teoria do multiverso – mas são um grande avanço na busca pela resposta.
[fonte: Info Online]


sábado, 6 de agosto de 2011

Tempestade solar ameaça comunicação a Terra

 "A tempestade magnética que está prestes a se desenvolver provavelmente será de nível moderado para forte", disse Joseph Kunches, cientista climático espacial do Centro de Previsões do Clima Espacial, subordinado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos EUA.
  Segundo ele, as tempestades solares desta semana podem afetar satélites de comunicação e de GPS (posicionamento), além de poderem produzir uma aurora boreal visível em latitudes bastante baixas -- nos Estados de Minnesota e Wisconsin, por exemplo.

  Auroras boreais (ou austrais, quando vistas no Hemisfério Sul) são emanações luminosas naturais causadas pela colisão de partículas eletricamente carregadas com átomos nas partes superiores da atmosfera, e em altas latitudes, ou seja, perto dos polos.
  Grandes perturbações decorrentes da atividade solar são raras, mas já tiveram impactos sérios no passado.
  Em 1989, uma tempestade solar derrubou redes elétricas no Québec (Canadá), deixando cerca de 6 milhões de pessoas sem energia por várias horas.
  A mais intensa tempestade solar já registrada foi em 1859, quando a infraestrutura de telecomunicações se limitava às redes telegráficas.
  Naquela ocasião, alguns telegrafistas sofreram choques elétricos, papéis pegaram fogo, e muitos telégrafos continuaram enviando e recebendo mensagens mesmo depois de desligados, disse a NOAA em seu site. A aurora boreal causada por aquele fenômeno pôde ser vista até no Caribe.
  Hoje, uma tempestade solar daquela magnitude causaria um prejuízo de até 2 trilhões de dólares no mundo todo, segundo um relatório de 2008 do Conselho Nacional de Pesquisas.
  Mas Kunches disse que a tempestade solar desta semana não deve chegar nem perto disso. "Ela será de 2 ou 3 na Escala do Clima Espacial da NOAA, que vai até 5", explicou.
A onda emanada pela primeira explosão solar desta semana já passou pela Terra na quinta-feira, causando pouco impacto; a segunda está passando agora, segundo Kunches, e "parece ser mais forte.
  ``Quanto à terceira, ele disse: "Teremos de ver o que acontece nos próximos dias. Ela pode exacerbar a perturbação no campo magnético da Terra causada pela segunda (tempestade), ou não causar nada."
  Gestores de redes elétricas recebem alertas do Centro de Previsões do Clima Espacial para se prepararem para momentos de maior atividade solar, o que costuma acontecer em ciclos de aproximadamente 12 anos, segundo Tom Bogdan, diretor do centro.
  O próximo "máximo solar" está previsto para 2013. "Estamos chegando ao próximo máximo solar, então esperamos ver mais dessas tempestades vindas do sol nos próximos três a cinco anos," disse Bogdan.
  
 

  

NASA acha indício de água salgada em Marte

  O achado seria tão salgado quanto os oceanos terrestres, e reforçaria ainda mais a posição do planeta vermelho como futura colônia de exploração humana.
  Em um trabalho publicado na Science, Alfred McEwen, da Universidade do Arizona, descreve curiosas formações sazonais que aparecem em algumas encostas marcianas. McEwan é o principal pesquisador da High Resolution Imaging Science Experiment (HiRISE), a câmera super-potente que fotografa o planeta a bordo da nave Mars Reconnaissance Orbiter.
  As novas imagens  revelaram possíveis fluxos de água, que aparecem somente durantes os meses mais quentes de Marte. As marcas escuras, em formas de dedos, se estendem abaixo de alguns barrancos do final da primavera ao verão, mas somem durante o inverno, somente para retornar no ano seguinte. 
  Ao longo dos anos, essas mesmas marcas vêm se repetindo em latitudes médias do hemisfério sul do planeta. Em alguns locais, são mais de mil marcas individuais que variam de 0,5 a centenas de metros de comprimento. Entre todas as hipóteses possíveis, a que melhor explica o fenômeno é o fluxo de água levemente salgada.
  O sal diminui a temperatura de congelamento da água, por isso, mesmo locais abaixo da terra conseguiriam sustentar água líquida no verão. A água pura, por outro lado, congelaria nas temperaturas observadas.
  A cor escura seria explicada pelo fato de a água salgada rearranjar os grãos do solo ou mudar a espessura da superfície, fazendo material de outra cor aparecer. Como essas regiões retornariam a sua cor natural no inverno, no entanto, ainda permanece um mistério.
  A tese vai de acordo com outras descobertas em Marte. Gelo, por exemplo, já foi encontrado em latitudes maiores; depósitos de sal no planeta também sugerem que, um dia, Marte teve água salgada em abundância, como a Terra.
  A possibilidade de água líquida é bastante interessante para os planos da Nasa de enviar uma missão tripulada a Marte. Em comunicado, o administrador da agência, Charles Bolden, reforça a tese, dizendo que o trabalho reafirma a posição do planeta como um importante destino para exploração humana no futuro.


[Fonte: Info Online]

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Caros Leitores:

 Caros leitores nós do blog pedimos desculpas pela falta de notícias nos últimos dias, também por que o blog estava passando por uma fase de aperto sem muita matéria e auto estima para publicarmos... Mas a partir de amanhã dia 04.08.11 voltaremos a todo vapor postando mais notícias sobre o nosso precioso Universo!
  Usando o observatório especial Herschel,  a equipe liderada por Paul Goldsmith, da Nasa, encontrou a presença do O2 próxima ao complexo de Orion, um nuvem formadora de estrelas repleta de gás e poeira a 1500 anos-luz.
  O oxigênio, em todas as suas formas, é o terceiro elemento mais abundante no Universo e fundamental para a vida no nosso planeta. Nós respiramos a sua forma molecular, ou seja, dois átomos de oxigênio unidos (02), que compõe 20% do ar na Terra.
                                                     O, O2, oxigênio
 As moléculas do gás estavam em uma concentração de uma para cada um milhão de moléculas de hidrogênio - uma abundância bem menor do que o esperado.
  Outra forma de oxigênio há muito foi detectada em regiões quente do espaço – o atômico. No entanto, mesmo essa contagem se mostrava muito baixa para o que os pesquisadores estimavam existir – o que levantou a pergunta: onde está todo o oxigênio?

  Uma das possibilidades levantadas pela equipe da Nasa é a de que os átomos de oxigênio congelassem em pequenos grãos de poeira que flutuam no espaço – ou seja, fossem unidos ao hidrogênio para formar moléculas de água (H20) congelada. Isso explicaria porque eles não apareceriam nas detecções
  Se isso fosse verdade, o  gelo deveria evaporar nas regiões quentes do cosmos, devolvendo o oxigênio ao ambiente e permitindo que ele fosse detectado. Partindo dessa teoria, os pesquisadores apontaram três instrumentos infravermelhos para Orion – uma região quente.

  Embora tenham conseguido detectar a presença de O2, as buscas pela compreensão da química do universo continuam – só que, agora com uma certeza: existem moléculas de oxigênio fora da Terra.
{fonte: Info Online}