sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Supercomputador simula origens do universo


O supercomputador Pleiades rastreou as origens da evolução do universo e criou a simulação mais precisa e completa da nossa história desde o Big bang.
O projeto Bolshoi mostra como se distribuiu a matéria escura que, embora invisível, compõe mais de 80% do cosmos.
A simulação levou o equivalente a seis milhões de horas de CPU e foi liderada pelo departamento de astronomia da Universidade Estadual do Novo México, nos Estados Unidos. Até agora, os resultados obtidos apenas se mostraram de acordo com os modelos  teóricos elaborados. No futuro, no entanto, uma simulação tão precisa servirá de base para importantes novos estudos sobre a origem do universo.
Antes do Bolshoi, o modelo utilizado para simulações cosmológicas era o Millennium Run, mas, há algum tempo, sua base de dados está desatualizada. Ele usava parâmetros dos primeiros dados da sonda Wilkinson Microwave Anisotropy (WMAP), que fornecia um mapa detalhado de variações de radiação cósmica de fundo (a radiação primordial, resultante do Big Bang).
O primeiro WMAP1 já teve seus parâmetros superados por duas novas divulgações de dados – e é em uma delas que o Bolshoi de baseia, a WMAP5.  Dezenas de pesquisadores utilizam o modelo para suas pesquisas e, recentemente, dois trabalhos baseados nos dados obtidos pelo Bolshoi foram aceitos para publicação na Astrophysical Journal – um da Universidade Estadual do Novo México e outro da Universidade da Califórnia, ambas nos Estados Unidos.

[Fonte: Info]

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Área em marte seria o último local de vida


Depressões de um grande cânion marciano podem ter sido o último reduto de vida no planeta – se é que ela, um dia, existiu por lá.
Cientistas do Planetary Science Institute, nos Estados Unidos, descobriram que a argila de uma região conhecida como Noctis Labyrinthus é muito mais jovem do que em outras partes do planeta.
A descoberta, publicada na revista Geology, indica que o ciclo de água naquele local foi diferente: ela teria durado mais tempo, mantendo a região habitável em uma época em que o restante de Marte já era seco. A argila, normalmente datada com 3,6 bilhões de anos, teria se formado lá entre 2 e 3 bilhões de anos atrás.
Catherine Weitz foi a líder do estudo que avaliou um tipo específico de argila mineral que rapidamente expande e contrai com a água absorvida. Ela contém sílica e alumínio, ferro ou magnésio em sua estrutura e se forma na presença de água não ácida.
A cientista e sua equipe estudaram cerca de 300 metros de camadas expostas dessa rocha argilosa em depressões de 30 km a 40 km no conjunto de “labirintos” (Noctis Labyrinthus) a leste dos Valles Marineris, o grande sistema de cânions marciano.
Com as imagens em alta resolução da nave Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), eles mapearam e analisaram como a química da região teria variado. Os resultados não afirmam que existiu vida em Marte (um assunto ainda em aberto, já que nenhuma evidência concreta disso foi encontrada), mas apontam que, caso ela tenha surgido e desaparecido, as depressões de Noctis Labyrinthus seriam o local mais recente para procurar pro seus indícios.

[Fonte: Info]

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Asteroide que matou os dinossauros é mistério


 Não foi dessa vez que a Nasa desvendou um dos (muitos) grandes mistérios que cercam a evolução do nosso planeta: a origem do asteroide que extinguiu os dinossauros.
Após dois anos vasculhando o céu em infravermelho, o telescópio Wise forneceu evidências o bastante para refutar a tese de que o corpo teria vindo de uma família de asteroides chamada  Baptistina.
A teoria surgiu em 2007, após observações com luz visível feitas de telescópios na Terra indicarem esse grupo como responsável pelo choque. Com a negativa fornecida pelos novos dados, permanece a dúvida: de onde veio o asteroide e por que nos atingiu?
Impacto profundo
Existe um consenso entre os cientistas de que, há cerca de 65 milhões de anos, um asteroide de 10 km de diâmetro atingiu a Terra na região do Golfo do México. Com o impacto, e suas consequências, os dinossauros e diversas outras espécies foram extintas.
Em 2007, uma teoria parecia explicar de onde veio o corpo. Ela dizia que, a cerca de 160 milhões de anos, um grande asteroide chamado Baptistina colidiu com outro corpo no cinturão principal entre Marte e Júpiter. A colisão espalhou pedaços enormes – e um deles teria caído na Terra.
Essa hipótese era baseada em observações com luz visível, que analisavam o quanto era refletido pelos asteroides da família Baptistina remanescentes no cinturão. A partir do reflexo, é possível estimar o tamanho do corpo. O problema é que, sem saber qual é a taxa de reflexão da superfície do asteroide, é muito fácil errar a conta...
Com o Wise, os pesquisadores puderam observar os corpos em infravermelho, que emana do próprio asteroide e permite estimativas de tamanho e temperatura mais precisas.  Ao medir 1056 membros da família Baptistina, os pesquisadores descobriram, por exemplo, que o asteroide principal se quebrou a 80 milhões de anos – metade do que antes se supunha.
Ao continuar os cálculos, ficou claro que não existiam chances de um pedaço dessa colisão ter caído na Terra no tempo estimado – o que significa a derrubada de uma teoria, e a necessidade de se criar uma nova.

[Fonte: Info]

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Planos de fundo para seu PC



















































Espero que gostem desta edição do blog, pensamos em vocês leitores e resolvemos:

- Ei, que tal, nós fazermos um artigo com fotos das maravilhas do Universo para dar uma cara mais ousada na máquina dos leitores.

Mês que vem postaremos mais fotos para seu plano de fundo, e até a próxima postagem.



50 novos planetas são descobertos

Desses, 16 se enquadram na chamada categoria Super Terra – com massa entre uma e dez vezes  a do nosso planeta . Um deles, com apenas 3,6 vezes a massa da Terra, está em uma região que poderia permitir a presença de vida em sua superfície.

Chamado de HD 85512 b, ele está na Zona Habitável, a região na órbita de uma estrela na qual a temperatura permitiria a presença de água liquida.
A descoberta foi feita com o HARPS, um telescópio controlado pelo European Southern Observatory e localizado no Observatório La Silla, no Chile. 
Observando 376 estrelas parecidas com o Sol, o Harps já detectou mais de 150 novos planetas. Ele funciona medindo uma pequena alteração na estrela causada pela presença de um corpo orbitando ao seu redor.
Com os dados obtidos nessa nova leva, a equipe viu que cerca de 40% das estrelas parecidas com o Sol possuem pelo menos um planeta mais leve que Saturno. Esse tipo de descoberta é essencial para futuras investigações com telescópios que buscam evidências de vida fora da Terra.
Chamado de HD 85512 b, ele está na Zona Habitável, a região na órbita de uma estrela na qual a temperatura permitiria a presença de água liquida.
A descoberta foi feita com o HARPS, um telescópio controlado pelo European Southern Observatory e localizado no Observatório La Silla, no Chile. 
Observando 376 estrelas parecidas com o Sol, o Harps já detectou mais de 150 novos planetas. Ele funciona medindo uma pequena alteração na estrela causada pela presença de um corpo orbitando ao seu redor.
Com os dados obtidos nessa nova leva, a equipe viu que cerca de 40% das estrelas parecidas com o Sol possuem pelo menos um planeta mais leve que Saturno. Esse tipo de descoberta é essencial para futuras investigações com telescópios que buscam evidências de vida fora da Terra.


[Fonte:Info]

Achado planeta com dois sóis como Tatooine

Ilustração da NasaMais de três décadas depois, astrônomos descobrem que parte da fantasia da série é realidade ao anunciar a descoberta de um planeta com dois pores-do-sol – exatamente como ocorre em Tatooine, o planeta em que cresceu o personagem Luke Skywalker da série Star Wars.

Na edição de hoje da Science, um trabalho assinado por Laurance Doyle, do Instituto SETI, descreve o primeiro planeta já confirmado e orbitar duas estrelas. Os chamados circumbinários já haviam sido previstos, porém nunca confirmados por um telescópio.
Utilizando o equipamento Kepler, da Nasa, Doyle e sua equipe conseguiram detectar o pequeno corpo, chamado de Kepler 16b, orbitando um sistema binário (Kepler 16) a 200 anos-luz da Terra.  As duas estrelas são pequenas: uma possui 69% da massa do nosso Sol, e a outra apenas 20%.
Encontrar um planeta em um sistema binário é um grande passo rumo à busca por vida fora da Terra, já que a maioria das estrelas da nossa galáxia possui uma companheira. A descoberta implica na criação de uma nova classe de sistemas planetários.
Infelizmente, o Kepler 16b, que possui tamanho similar a Saturno, não é um candidato a conter vida. Ao contrário de Tatooine, o planeta é frio demais e sua superfície parcialmente rochosa e parcialmente gasosa é bastante inóspita.  Apesar de estar muito próximo às suas duas estrelas, completando a órbita em 229 dias (similar a Vênus), o planeta está fora da chamada “zona habitável” – a região cujas temperaturas permitiriam a existência de água líquida. Isso ocorre devido ao tamanho das estrelas, muito mais frias do que o nosso Sol.
A missão Kepler, da Nasa, acompanha mais de 150 mil estrelas e detecta a existência de um planeta a partir de uma diminuição do seu brilho (indicando que um corpo está em sua órbita, 
passando na frente do astro).  Ele é a primeira missão da Nasa capaz de observar corpos do tamanho da Terra na chamada zona habitável ao redor de uma estrela.

[Fonte:Info]

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

NASA está precisando de mais astronautas


Segundo o relatório, o número de astronautas da Nasa diminuiu drasticamente nos últimos anos, passando de 150 em 2000 a 61 em 2011. Essa quantidade, e os planos de ampliação já existentes, não seriam suficientes para atender à demanda necessária nos próximos anos.
Grande parte da redução na quantidade de astronautas se deve, especialmente, à aposentadoria dos Ônibus Espaciais e ao término da construção da Estação Espacial Internacional (ISS). Durante anos, as naves americanas serviram de cargueiro, levando as peças e módulos que construíram a ISS. Agora, o transporte ao espaço ficará por conta de naves russas e da iniciativa privada.
No entanto, o relatório afirma que é ainda mais importante manter
 um corpo grande e bem treinado de astronautas agora para a operação da ISS – uma tarefa que exige grande dedicação da Nasa. Para ir ao espaço, eles precisam conhecer equipamentos construídos por americanos, europeus, japoneses e russos; precisam saber usar os softwares da estação; realizar caminhadas espaciais, operar braços robóticos e ajudar nas operações de acoplagem.
Outro ponto abordado é que a atual margem de segurança, que garante a existência de um substituto em caso de imprevistos, não seria grande o bastante. Somente este ano, 13 astronautas foram dispensados de missões de longa duração por problemas médicos.
Além disso, nem todos os astronautas que retornam do espaço após um longo período podem estar aptos a mais uma temporada na ISS - problemas de perda de massa óssea, machucados e exposição à radiação estão entre os principais impedimentos.


COMENTÁRIOS DO PUBLICADOR:
 Então, vocês que acessam o blog devem ter muita vontade um dia de trabalhar na NASA como um astronauta... Você que tenha faculdades de acordo com a área e inglês fluente poderiam tentar uma vaga para a NASA , pena que eu não poderei fazer isso... ( como é ruim ter apenas 11 anos).

[Fonte: Info]

domingo, 11 de setembro de 2011

Novo método descobre Planeta "invisível"

Chamado de Kepler 19c, o planeta invisível foi descobertograças a um método novo de detecção, que mede sua influência em outros planetas de seu sistema.Astrônomos do Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics,nos Estados Unidos, utilizam o telescópio  Kepler, da Nasa, para buscar exoplanetas –qualquer planeta que orbite uma estrela que não o Sol.
O método habitual consiste em observar a estrelas e medirpequenas alterações em seu brilho- que indicam a passagem de um corpo orbitandoo seu redor. O primeiro planeta descoberto ao redor da Kepler 19 foi batizadode Kepler-19b. Eles transita a estrela a cada 9 dias e 7 horas – mas, pro algummotivo, sempre estava 5 minutos atrasado ou adiantado.
Esse atraso indicava que a gravidade de outro planeta oestava afetando – e, pela primeira vez, cientistas conseguiram medir essavariação e provar a existência de um planeta, o Kepler 19c. Por ser muitopequeno, os métodos tradicionais de detecção não o achariam.
Por enquanto, além de saber que ele existe, não há maismuita informação a respeito dele, que tanto pode ser um planeta rochoso com umorbita de 5 dias, ou um gigante gasoso com uma orbita de 100 dias. 
[Fonte: Info]


sábado, 10 de setembro de 2011

Descoberta a estrela "impossível"


A descoberta foi publicada na edição atual da revista Nature.
“O senso comum diz que uma estrela de massa pequena não pode se formar antes de ter sido enriquecida com uma quantidade mínima de materiais”, afirma Piercarlo Bonifacio, do Observatório de Paris, na França e um dos autores do estudo.
Os cientistas acreditam que as estrelas se formam a partir do colapso de nuvens moleculares. Para que o colapso ocorra é necessário que as nuvens se mantenham frias. Acreditava-se que para as nuvens se manterem frias havia a necessidade de um nível mínimo de metalicidade – presença de elementos mais pesados do que o hélio.
A estrela parece desafiar essa teoria existente há bastante tempo, portanto, talvez seja necessário que outras sejam formuladas, afirmou Bonifacio.
Além disso, a maioria das estrelas antigas contém lítio. Misteriosamente, essa estrela não contém o elemento.
Bonifacio e seus colegas esperam descobrir mais estrelas incomuns como a que foi descoberta. “Estou ansioso para descobrir se esta estrela é estranha ou há outras estrelas com um índice de metalicidade semelhante e ausência de lítio”, afirma. “Nós temos outras candidatas”, afirma Bonifacio.