sexta-feira, 1 de junho de 2012

Votem no Rigex!!!

Precisamos que você leitor para ficarmos em pelo ou menos entre os 5 melhores blogs no concurso Youpix
É simples basta preencher o formulário com seus dados e votar no Rigex como melhor blog
E se você é fã mesmo do blog fale para seus amigos, parentes etc. mesmo que não conheçam o blog para votar.
Se isto for feito tentarei postar uma cessão de planos de fundo todo mês e mais de 2 notícias por dia
Mas atenção o concurso só vai até dia 5 de julho
Até mais 
Que a força esteja com vocês!


Nasa fotografa galáxia do Cata-Vento


São Paulo - A Nasa divulgou uma combinação de imagens tiradas por telescópios espaciais. Ela mostra como é a galáxia do Cata-vento na constelação da Ursa Maior.
As fotografias foram feitas por telescópios da Nasa que operam com quatro tipos de luzes: em infravermelho e ultravioleta, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL); raio visível, do Instituto de Ciência de Telescópios Espaciais (STScI); e raio X, do Observatório Chandra de Raios X (CXC).
Segundo a Nasa, essa união de fotos mostra a galáxia como em uma câmera comum, em uma câmara ultravioleta, com óculos de visão noturna e em visão de raios X, todas ao mesmo tempo.
A galáxia do Cata-vento, também conhecida como M101, é considerada pelos astrônomos como uma casa de estrelas antigas e jovens em formação. Ela fica na Ursa Maior, a 21 milhões de anos-luz da Terra e é considerada 70% maior do que a Via Láctea.
Portanto, a luz que se tornou possível nessa imagem se expandiu da galáxia do Cata-vento cerca de 21 milhões de anos atrás. Logo, um período de tempo muito anterior ao começo da vida dos humanos na Terra.
Esta rica visão mostra que as estrelas jovens e velhas da galáxia estão distribuídas de maneira uniforme ao longo dos braços do da galáxia do Cata-vento, enrolada em um espiral.
Até mais!
Fonte: Info
E não deixem de acessar os blogs que faço com meus amigos:
animatub.blogspot.com
               &
gamesnsx.blogspot.com 

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Asteroide passa a 14 mil quilômetros da Terra


São Paulo - A Nasa informou que o asteroide 2012 KT42 passou a apenas 14 mil quilômetros da Terra nesta terça-feira (29). Essa foi a sexta passagem mais próxima de um asteroide da Terra já registrada.
Essa distância é menor do que a que separa o Brasil do Japão ou um voo de Nova York para a Nova Zelândia, por exemplo. Porém, os cientistas não estão preocupados com o evento.
Para os astrônomos, o asteroide 2012 KT42 teria se desintegrado na atmosfera terrestre muito antes de causar algum estrago ao chegar à superfície, segundo o Universe Today. O asteroide 2012 KT42 tem entre 3 e 10 metros de diâmetro. Esse tamanho é considerado pequeno demais para representar uma ameaça ao planeta.
No entanto, vale destacar que asteroide 2012 KT42 só foi descoberto na última segunda (28), pouco antes de sua aproximação com a Terra. De qualquer forma, apesar do pouco tempo, os cientistas conseguiram prever até mesmo a velocidade com que ele passaria por perto do planeta.
Além disso, ele é o segundo asteroide a passar perto da Terra somente nesta semana, quando um asteroide de 21 metros de diâmetro passou a 51 quilômetros do planeta. Por sua vez, o asteroide Eros, de 35 quilômetros, já muito conhecido pelos astrônomos, se aproximou da Terra como não ocorria há 37 anos, a uma distância de 26,7 milhões de quilômetros.
Até mais!
Fonte:Info.abril.com.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Outro blog está chegando

Olá, este post não será sobre ciência, mas sobre um aviso...
Eu em parceria com meus amigos iremos fazer um blog.
Sobre VÍDEO-GAMES, tem coisa melhor que isso?
Um assunto que agrada a 99% das pessoas no mundo.

Aguardem

  

Vênus transitará pelo Sol no próximo dia 5

Olá

Em menos de uma semana, os admiradores do espaço sideral terão uma oportunidade única: observar a passagem do Planeta Vênus pelo Sol. O fenômeno ocorrerá no próximo dia 5 em praticamente toda a Terra, segundo a NASA.
De acordo com os especialistas, os trânsitos de Vênus são raros e ocorrem aproximadamente a cada século. A previsão é que o fenômeno não se repita até 2117.
O fenômeno começará por volta das 15h na região do Pacífico (16h em Brasília). A NASA informou que a passagem de Vênus pelo Sol poderá ser observada em alguns países a olho nu, como o Chile, por exemplo. Os especialistas recomendam que o fenômeno não deve ser observado diretamente (sem proteção), pois a luz é intensa.
A orientação, segundo os técnicos, é usar um tipo de proteção. Os que tiverem oportunidade podem procurar os clubes de astronomia que dispõem de telescópios solares, específicos para a observação de fenômenos como o que ocorrerá no dia 5. De acordo com especialistas, a imagem é do Sol em vermelho dominado por Vênus.
Pelos dados da NASA, os primeiros trânsitos de Vênus foram identificados no século 18. O astrônomo Edmund Halley observou os movimentos de Vênus ao analisar o Sol e a Terra. Em 1760, o navegador e cartógrafo inglês James Cook foi enviado pelas autoridades da época para observar os trânsitos de Vênus do Tahiti.
Mais informações no site da NASA, na internet.
Até mais e tentem ver!!!
Fonte: Info.abril.com.br 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Thank 's!!!


Brazil
726
United States
152
Germany


114
Russia


25
Portugal


18
Spain

2
Indonesia

2
Italy

2
Hungray

1
Malaysia

1


Thanks to you blog node, we have over 1000 views!
The blog will improve as more myth views are given
Soon I will try to post news a day or two more, one of the envés, the usual.

See you soon!


Cientistas encontram carbono em meteoritos de Marte


São Paulo - Cientistas encontraram novas evidências em meteoritos de Marte. Elas sugerem que o planeta contém carbono. Porém, se trata de uma molécula orgânica, que não está relacionada com a vida.
O estudo achou carbono em 10 dos 11 meteoritos estudados. Ao medir a quantidade de carbono presente neles, os pesquisadores descobriram que esses meteoritos são mais velhos do que se imaginava, com quatro bilhões de anos.

As descobertas foram registradas em um artigo feito pelos cientistas Smithsonian James R. Zimbelman e P. Stephen Scheidt. Depois, foi publicado na revista Science.

Esse carbono encontrado não veio de formas de vida. Segundo a BBC, os cientistas da Carnegie Institution for Science, em Washington, dizem que esse carbono foi criado a partir de atividade vulcânica em Marte.

Diante disso, eles concluíram que existe matéria orgânica nos meteoritos. Isso demonstra que o planeta pode ter produzido sua própria matéria orgânica durante todo esse tempo sem ajuda de vida.

No dia 6 de agosto, a sonda Mars Curiosity, da Mars Science Laboratory, começará uma missão em Marte em busca de evidências químicas de vida. Com ela, os cientistas esperam que seja possível responder algumas perguntas sobre esse carbono encontrado nos meteoritos.

Fonte: Info
Até mais!

domingo, 27 de maio de 2012

Radiotelescópio gigante será capaz de encontrar ETs


Londres / Amsterdã  - O maior e mais avançado radiotelescópio do planeta, capaz de detectar sinais de vida extraterrestre em lugares distantes do universo, será dividido entre locais na África do Sul, Austrália e Nova Zelândia.
A decisão de dividir os locais de instalação do "Square Kilometer Array" (SKA), um projeto de 2 bilhões de dólares, surgiu depois de fortes esforços de lobby dos dois principais candidatos -a África do Sul, de um lado, e a parceria entre Austrália e Nova Zelândia, do outro.
Os cientistas que comandam o projeto rejeitaram a sugestão de que a decisão de adotar localização dividida significava que conveniências políticas haviam prevalecido diante da ciência.
"Estamos todos cientes das dimensões políticas disso", disse Jon Womersley, presidente do conselho da organização SKA, mas acrescentou que "é uma maneira cientificamente motivada de ir em frente".
Quando concluído, em 2024, o telescópio será formado por três mil discos de antenas, cada um com 15 metros de diâmetro, e por muitas outras antenas individuais; o conjunto todo propiciará uma superfície de recepção de um quilômetro quadrado.
Varrendo o céu 10 mil vezes mais rápido e com sensibilidade 50 vezes maior que a de qualquer outro telescópio, o novo sistema será usado para estudar as origens do universo e será capaz de detectar sinais fracos que podem indicar a presença de vida extraterrestre.
A primeira fase de construção deve começar em 2016.
A decisão foi anunciada durante uma reunião do consórcio internacional que controla o projeto, sexta-feira no aeroporto de Schipol, Holanda.
Fonte: Info
Até mais!


Cessão de plano de fundos

  
  
 

Até a próxima!!!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Nasa fotografa chuva de meteoros

Olá, como vão vocês?

São Paulo - O astronauta Don Pettit, a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS), fotografou a chuva de meteoros que atingiu a Terra nesta terça-feira (22).
Pettit fez 316 fotografias da chuva de meteoros Lirídeos (da constelação de Lira) vista do espaço. Depois, elas foram combinadas em um vídeo.
O fenômeno acontece quando fragmentos de poeira entram em contato com a atmosfera terrestre. O encontro produz uma faixa de luz de intensidade variada e cerca de 20 corpos caem na Terra por hora.
Agora, as imagens vão para o Centro Espacial Marshall, da Nasa, que fica no Alabama, onde serão usadas por cientistas que buscam entender melhor o fenômeno.  O objetivo é que esse estudo possa ajudar a gerar ferramentas melhores para futuras observações desse tipo de fenômeno.
ISS - O americano Don Pettit é um dos tripulantes da Expedição 30 da ISS, junto do russo Oleg Kononenko e do holandês Andre Kuipers. Na última semana, os astronautas Serguei Revine, Guennadi Padalka e Joe Acaba foram recebidos na ISS.
Os outros astronautas da Expedição 30 Anton Shklaperov, Anatoli Ivanishin e Dan Burbank retornaram dia 27 de abril, após uma missão de seis meses na ISS. Os astronautas restantes na ISS voltam em 01 de julho, quando a Expedição 30 é encerrada. Por sua vez, Padalka, Revin e Acaba ficarão no espaço por 126 dias.
Fonte: Info
Abraços, até mais!

@Dia do orgulho NERD

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nasa divulga foto e vídeo do último eclipse anular

Olá pessoal!
São Paulo - A Nasa divulgou fotos e vídeos do eclipse anular visto do espaço. O evento aconteceu no último domingo (20). O conteúdo foi capturado pela sonda espacial Hinode.
O eclipse anular é um fenômeno diferente do eclipse total. Isso porque a maior distância da Lua em relação à Terra não permite que o Sol seja completamente encoberto. Portanto, a Lua se coloca diretamente entre a Terra e o Sol.

O resultado é um anel de fogo em volta da sombra da Lua. No dia, o eclipse tomou o céu na Ásia Oriental e no oeste dos Estados Unidos. Durante cerca de cinco minutos, observadores com óculos especiais puderam ver a Lua ofuscar grande parte do Sol e deixar apenas um anel de luz visível.
Hinode é uma sonda japonesa. Ela está em uma missão que conta com parceria das agências espaciais do Japão, Estados Unidos, Reino Unido e da Europa. A sonda está a 630 quilômetros de altitude. Ela é usada para fazer observações contínuas do Sol.
Essas imagens de Hinode podem ser usadas para que os cientistas tenham observações em alta resolução de características discretas do Sol. Além disso, também poderão estudar a estrutura da atmosfera solar.
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=YMvMx5KCUuM
Veja o vídeo feito pela Nasa.
Fonte: Info
Abraço, até a próxima notícia


terça-feira, 22 de maio de 2012

Nasa faz foto psicodélica da Terra

A foto foi feita com 18 imagens capturadas a partir de uma câmera montada na Estação Espacial Internacional (ISS), na órbita do planeta, enquanto ela girava em torno de um rastro de estrelas.

O astronauta Don Pettit, engenheiro de voo, foi o responsável pela série de fotografias. Segundo ele, para fazer as imagens, é preciso fazer uma exposição entre 10 e 15 minutos. No entanto, sua câmera alcançava apenas 30 segundos. Então, ele fez várias exposições e depois uniu com um ajuda de um software.
Pettit, originalmente, pertence a tripulação da Expedição 30 da ISS, junto com o russo Oleg Kononenko e o holandês Andre Kuipers. Na última quinta-feira (17), os russos Serguei Revine e Guennadi Padalka e o americano Joe Acaba foram recebidos na estação após uma viagem que demorou dois dias.
Os outros astronautas da Expedição 30 Anton Shklaperov, Anatoli Ivanishin e Dan Burbank retornaram dia 27 de abril, após uma missão de seis meses na ISS. Os astronautas restantes na ISS voltam em 1 de julho, quando a Expedição 30 é encerrada. Por sua vez, Padalka, Revin e Acaba ficarão no espaço por 126 dias durante a Expedição 31.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Notícias»Ciência Eclipse: anel de fogo ilumina o céu na Ásia e nos EUA

O fenômeno não era observado nos EUA desde 1994 e havia sido visto pela última vez há 173 anos no Japão.
Durante aproximadamente quatro minutos, observadores com óculos especiais puderam ver a lua ofuscar a maior parte do sol, deixando apenas um anel de luz visível.
Chamado de eclipse anular, o fenômeno se diferencia do eclipse total porque a maior distância da lua em relação à Terra não permite que o sol seja completamente encoberto. 

sábado, 19 de maio de 2012

Nasa estima que 4.700 asteroides são perigosos para a Terra


São Paulo - A Nasa anunciou que 4.700 asteroides podem ser perigosos para a Terra. A avaliação foi feita com ajuda de observações do telescópio Wide-field Infrared Survey Explorer (Wise).
Esses asteroides mapeados pela Nasa como potencialmente perigosos têm órbitas próximas à Terra. Além disso, eles são grandes o suficiente para resistir à passagem pela atmosfera da Terra e causar danos ao planeta.
Os resultados foram recolhidos pelo projeto NEOWISE. Ele estudou um total de 107 asteroides que podem ser perigosos para o planeta. O objetivo era fazer prognósticos sobre toda a população de asteroides.
A partir disso, a Nasa descobriu que 4.700 dos asteroides analisados tem um diâmetro maior do que 100 metros. A margem de erro é de aproximadamente 1.500. Até agora, aproximadamente 30% desses objetos foram localizados.
Embora as estimativas anteriores de asteroides potencialmente perigosos tenham previsto números semelhantes, o NEOWISE gerou uma estimativa mais confiável de números dos objetos e seus tamanhos.
O Wise foi lançado em 14 de dezembro de 2009. Sua missão é mapear todo o céu em luz infravermelha com a maior resolução já vista. A sonda digitalizou duas vezes o céu em infravermelho antes de entrar em modo de hibernação no início de 2011.
Ele já catalogou centenas de milhões de objetos, o que inclui galáxias, berçários estelares e asteroides próximos da Terra. Entre as descobertas estão cometas e asteroides entre Marte e Júpiter, além dos chamados objetos próximos à Terra – asteroides com órbita a menos de 45 milhões de km. O NEOWISE capturou imagens de 600 asteroides próximos da Terra. Desse número, 135 eram novas descobertas.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Telescópio Kepler dá pistas sobre impacto de explosão solar sobre a Terra


A maior explosão solar registrada foi provavelmente o evento conhecido como 'Carrington', em 1º de Setembro de 1859.
Descrita pelo astrônomo inglês Richard Carrington, essa explosão enviou uma onda de radiação eletromagnética e partículas carregadas em direção à Terra.
Os campos magnéticos embutidos na bolha de matéria atingiram o próprio campo magnético da Terra, produzindo luzes espetaculares, semelhantes à aurora boreal. Os campos elétricos gerados interromperam as comunicações por telégrafo na época.
Telescópio Kepler dá pistas sobre impacto de explosão solar sobre a Terra (Foto: Nasa)Surpreendentemente, a explosão solar Carrington é insignificante se comparada a alguns dos eventos observados pelo Kepler. Os super flares podem ser 10 mil vezes mais fortes.
Interações magnéticas
O Kepler busca rastrear mudanças na luz gerada pelas explosões que possam indicar se planetas em órbita mudaram de posição em relação a estas estrelas. Mas, ao fazer essas observações, o Kepler também está reunindo informações sobre o brilho repentino associado às super flares.
Hiroyuki Maehara, da Universidade de Kyoto, no Japão, e seus colegas revisaram estes dados para compilar estatísticas sobre a frequência e o tamanho dos super flares.
O Kepler observou um total de 365 super flares durante 120 dias.
Os números confirmam que muito poucas (0,2%) estrelas semelhantes ao Sol apresentam explosões desta magnitude.
Isso pode ser explicado por padrões que indicam que as super flares podem ser causadas por interações magnéticas entre planetas gigantes e as estrelas - algo diferente do que vemos em nosso sistema solar, no qual Júpiter e Saturno orbitam longe do Sol.
Uma outra observação interessante do Kepler é de que as estrelas que têm super flares exibem áreas de baixa temperatura extremamente grandes, em contraposição às altas temperaturas em seu entorno.
Carrington identificou um conjunto de pontos de baixa temperatura associados à famosa explosão solar de 1859. No entanto, estes pontos seriam ínfimos se comparados com os associados às super flares vistas por Kepler.
Os cientistas há muito especulam sobre o impacto que uma super flare em nosso sol pode ter na Terra. A expectativa é de que o fenômeno iria varrer a camada de ozônio, levando ao aumento da radiação ao nível do solo. Extinções generalizadas poderiam acontecer.
Há um outro lado disso, no entanto. Em alguns sistemas planetários distantes, super flares podem gerar condições para existência de vida, fornecendo energia suficiente às atmosferas desses mundos para iniciar a química necessária para o desenvolvimento biológico.
Fonte: G1

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Telescópio faz imagem mais profunda da galáxia Centaurus A


  O Observatório Europeu do Sul (ESO), projeto que conta com participação brasileira, publicou nesta quarta-feira (16) imagem que mostra a galáxia Centaurus.

  De acordo com o ESO, a fotografia foi feita com mais de 50 horas de exposição e é, provavelmente, a imagem mais profunda já criada do aglomerado estelar.

Centauro A (Foto: ESO)  Captada pelo telescópio MPG/ESO, instalado no Chile, a Centaurus A situa-se a 12 milhões de anos-luz de distância na constelação do Centauro. O brilho que enche a maior parte da imagem vem de estrelas velhas e frias.

  O observatório informou ainda que astrônomos afirmam que o núcleo brilhante, a forte emissão de rádio e os jatos da Centaurus A são produzidos por um buraco negro central, com uma massa de cerca de 100 milhões de vezes a massa do Sol.

  A galáxia foi inicialmente documentada pelo astrônomo britânico James Dunlop no Observatório Parramalta na Austrália, a 4 de Agosto de 1826. Esta galáxia é frequentemente chamada Centaurus A porque foi a primeira fonte principal de ondas rádio descoberta na constelação do Centauro nos anos 1950.

Fonte: G1

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nasa fotografa luas ao lado dos anéis de Saturno


São Paulo - A Nasa divulgou uma imagem que mostra a lua Encélado à frente da lua Titã. Elas aparecem entre os anéis de Saturno.
Encélado aparece no centro da imagem. Por sua vez, Titã brilha levemente ao fundo, para além dos anéis. O objetivo da Nasa com essa aproximação das luas era buscar sinais de vida na região.
Recentemente, a Nasa registrou jatos de vapor de água e gelo vindos de sua superfície, que são considerados possíveis sinais de um mar subterrâneo. Os jatos vistos pela sonda são expelidos entre rachaduras na superfície da lua. Isso pode revelar a existência de um vasto mar subterrâneo. Portanto, Encélado é um local promissor para uma pesquisa de astrobiologia.
A fotografia foi feita pela sonda Cassini. Ela foi capturada em 12 de março de 2012. Cassini foi lançada em Outubro de 1997 com destino a Saturno para estudar toda a complexidade de anéis e luas em torno do planeta. Cassini completou sua missão inicial de quatro anos para explorar o sistema do planeta em Junho de 2008.
A primeira missão estendida, chamado de Cassini Equinox Mission, também foi completada em setembro de 2010. A extensão atual da missão vai até setembro de 2017, com o solstício de verão saturniano.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Mitos sobre tempestades solares


Riscos para saúde

Muitas pessoas acreditam que as tempestades solares podem causar riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Porém, apenas os astronautas e pilotos podem ser prejudicados.
“Os astronautas que estiverem fora da estação espacial podem, sim, sofrer uma dose de radiação letal de uma explosão solar”, conta. Por sua vez, tripulação e passageiros de voos de avião com rota transpolar (que passam pelos Polos) ou pilotos de aviões de caça que sobem em altitudes muito altas podem receber uma dose de raio X similar a de uma chapa do pulmão, segundo Adriana.
No entanto, Adriana explica que as tempestades podem aumentar a propensão ao câncer de pele. A radiação ultravioleta produzida pelo Sol aumenta periodicamente com o ciclo de atividade solar de 11 anos. “Esta radiação faz com que a quantidade de ozônio aumente de 1 a 2% durante o máximo do ciclo solar, que coincide com o período de máxima ocorrência das tempestades solares”, conta. 

Como o ozônio ajuda a impedir a passagem dos raios ultravioletas, a população fica mais exposta a esse tipo de raio. Ele penetra profundamente e desencadeia reações e alterações celulares que, por meio de mutações genéticas, podem predispor ao câncer da pele.

Falha Eletrônica

Há também a hipótese de que conforme a intensidade da tempestade, tudo que é eletrônico pode falhar, inclusive os que equipam um avião. Porém, Adriana destaca que as partículas carregadas pelas tempestades solares afetam os equipamentos eletrônicos, o que causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores. 

Porém, Adriana ressalta que apenas as tempestades muito intensas são capazes destes efeitos e felizmente são muito raras. “No caso do avião, o problema é com o sistema de navegação, seja por bússola, seja por um GPS, mas a estrutura do avião em si não sofre danos”, justifica.

Terremotos e tsunamis

Para quem acredita que tempestades solares de alta intensidade podem causar terremotos e tsunamis, Adriana destaca que isso é um mito. 

Não existe evidência científica de nenhuma correlação entre a ocorrência de atividade solar ou terremotos e tsunamis (consequência de alguns terremotos) que são decorrentes da atividade geológica da Terra, sem influência do ciclo magnético solar.

Clima Terrestre

Com relação às tempestades solares alterarem o clima terrestre, Adriana diz que esse ainda é um assunto controverso. Ela explica que existem algumas evidências da que a temperatura média na Terra pode ser influenciada pela atividade solar em escalas de tempo de décadas. 

Adriana conta que o melhor exemplo é o chamado mínimo de Maunder, um período de 70 anos de atividade solar extremamente baixa, entre aproximadamente 1650 e 1720, quando o Sol não apresentou quase nenhuma mancha escura em sua superfície.

“Neste período, foram registradas temperaturas anormalmente baixas na Terra”, explica. Um reflexo dessa situação pode ser visto nas pinturas da época, que retrataram pessoas patinando sobre rios como o Sena e Tâmisa congelados. Esse período ficou conhecido como pequena era glacial.
Fonte: Info-Ciência





domingo, 13 de maio de 2012

Voltamos

 Ficamos um tempo fora mas, voltaremos com mais e mais notícias sobre seu tema favorito a ciência.